sexta-feira, 16 de abril de 2010

CASARÕES E MONUMENTOS DE LUZIÂNIA

TELHADO DE CASARÃO VAI SER REFORMADO.


Milton Vieira e Edmar Teles do Restaurante Casarão, na rua do Rosário em Luziânia Go.(Foto: José Álfio 2010)

O Casarão número 109 da rua do rosário, encontra-se em fase de reforma nas estruturas do seu telhado. Ali funciona, atualmente, o restaurante casarão, onde é servida as comidas típicas da região, preparadas em fogão a lenha, num ambiente acolhedor que nos remetem aos tempos antigos, das velhas fazendas do município de Luziânia. O restaurante é bastante freqüentado e recebe em média um número de aproximadamente 60 pessoas por dia. A reforma só foi possível como auxílio do proprietário do imóvel, Sr. Bolivar Palestino, que arcou com cinqüenta por cento dos custos da obra. O restante foi rateado entre o dono e o gerente do estabelecimento, que segundo eles não foi um custo exorbitante, em torno de dois mil reais, salvarão a estrutura de telhas térreas que cobre o velho casarão. Os donos do estabelecimento, Sr Edmar Teles do Santos e Milton Vieira Cotrim, acreditam que: “esta reforma garantirá mais segurança aos funcionários e clientes do restaurante, além de possibilitar a ampliação dos serviços ali oferecidos, e melhorias no aspecto do casarão que num estágio posterior ganhará nova pintura”, contribuindo assim na preservação das estruturas coloniais da rua do rosário.
O carpinteiro que trabalha na reposição das madeiras e nos serviços do telhado, Sr. João Pereira dos Anjos, 63 anos, natural de Luziânia região da Fazenda Quinta, onde hoje esta instalada a empresa Minuano, nos conta que a situação do telhado esta bastante deteriorada, apresentando madeiras apodrecidas e carcomidas, mas que já consertou vários casarões da cidade, e tem experiência no ramo, garantindo que: “com a reforma não vai aparecer goteiras, e a casa vai ser vista como nova.” Palavra de quem entende deste padrão de arquitetura, pois à origem e a mão-de-obra desse especialista nos garantirá a preservação da história da arquitetura colonial, que ainda insiste em sobreviver na movimentada e turbulenta rua do rosário. (Por: José Álfio)