segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

ONG DE LUZIÂNIA MONTA MUSEU COM FOTOS HISTÓRICAS






                ONG DE LUZIÂNIA MONTA MUSEU COM FOTOS HISTÓRICAS

         Um precioso acervo de fotografias históricas, num total de 120 fotografias em preto e branco foram digitalizadas e montadas sobre painéis de MDF para compor o acero do Museu da Memória de Luziânia, carinhosamente chamado de Museu da ONG.
        As fotos pertencentes a coleção do professor e artista plástico José Álfio, e outras encontradas na internet compõem o acervo do Museu e constituem num precioso registro da história da cidade de Santa Luzia, hoje Luziânia.
 As fotos serão acompanhadas de um texto descritivo, uma tentativa de catalogação (em andamento) e apresenta a paisagem da cidade antiga, especialmente os principais casarões coloniais de Luziânia, muitos demolidos, dentre eles o antigo sobrado do Sr. Josué da costa Meireles, sobrado do Trajaninho, sobrado da Sra. Terezinha de Jesus Roriz Machado,(ainda preservado), além do frondoso Tamboril.
Um destaque valioso as personalidades ligadas a área do ensino e das artes foram resgatadas pelas câmeras dos principais fotógrafos de Luziânia, menção atribuídas ao Sr. Antônio Siqueira e ao saudoso Dinarte que muito contribuíram ao registro imagético, verdadeiro testemunho dos fatos da historiografia local, e cujas fotos compõe o acervo do museu da ONG.
O acervo estará disponível a visitação pública em breve, especialmente para pesquisas históricas e trabalhos escolares, pois o museu pretende conectar com a rede pública de ensino, e poderá ser acompanhado pelo blog do nosso museu, disponível nas páginas da internet. Por se tratar de uma construção que possibilita a participação do cidadão de Luziânia, estamos aceitando fotos antigas para composição e ampliação do nosso acervo.
A Ong Proteger Luziânia realiza um grande passo no cumprimento de seu objetivo, qual seja o de resgatar os registros históricos da cidade, preservando a memória local, promovendo a cultura e a cidadania através dos projetos artísticos da nossa entidade e a criação do Museu da Memória de Luziânia. Visite o nosso museu. (Por: José Álfio)


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

ONG DE LUZIANIA DOA LIVROS A ESCOLA MUNICIPAL



                                       ONG DOA LIVROS A BIBLIOTECA DO CREJA.

                A ONG PROTEGER LUZIÂNIA, entidade sem fins lucrativos com sede provisória na Rua Coronel Antônio Carneiro, centro da cidade de Luziânia fez uma doação de 285 livros à Biblioteca do CREJA (Centro de Referência em Educação de Adultos). A doação foi realizada através de termo próprio, no dia 27 de janeiro de 2020 a diretoria do CREJA que funciona na Escola Municipal Ana Reis Meireles. A escola recebeu este nome em homenagem a professora Dona Tizinha renomada escritora oriunda das famílias tradicionais da cidade, reconhecida pela capacidade intelectual e dedicação ao ensino nas principais escolas de Luziânia.
               Os livros, na maioria usados, porem em boas condições de apresentação com capa de autores locais e nacionais foram adquiridos através de campanhas de doação da comunidade ao acervo da biblioteca da ong e que contempla obras de Erico Veríssimo, Machado de Assis, Aluísio de Azevedo, José de Alecar, Erico Veríssimo e muitos outros, no campo da filosofia, religião e auto ajuda.
A falta de espaço para armazenamento, manutenção e controle do acervo, e frente às dificuldades financeiras porque passa a entidade, especialmente na contratação de bibliotecário ou agente gestor da biblioteca ensejou na estratégia de montar o Sebinho da ONG, projeto que buscou a auto sustentabilidade do empreendimento literário contemplando a valorização do escritor, a circulação do livro e a formação de novos leitores.  
                O empreendimento não surtiu o resultado que alvejávamos, não por falta de divulgação ou leitores (A página do Sebinho da Ong na internet alcançou o patamar de 450 seguidores em três meses de divulgação, entretanto sem aporte financeiro). Questionamos a possibilidade de uma “crise na leitura” sinalizada pelo fechamento de importantes bibliotecas nacionais contraposta a juventude que distância a cada dia do livro em detrimento do mundo digital, do exagerado apego aos celulares, especialmente na atenção e consumo de jogos eletrônicos.
  Hoje, renomados institutos e bibliotecas disponibilizam todo acervo gratuitamente a leitores de várias partes do planeta e em grande parte, os livros podem ser baixados através de aplicativos e impressos em Lan House instaladas em cada canto da cidade, além de poderosas livrarias que entregam o livro na residência do leitor a baixo custo e em breve período de tempo. 
A iniciativa de formação de bibliotecas nas escolas municipais e estaduais constitui num importante passo a valorização do escritor, circulação do livro e formação de novos leitores, pois são na sua maioria dotados de espaços arquiteturais favoráveis a manutenção e preservação do acervo, além de contar com servidores e gestores capazes de promover projetos e eventos voltados a dinamização da biblioteca.
Com este pensamento a ONG cumpre sua função cívico cultural em montar e salvaguardar este precioso acervo literário em Luziânia, no momento, a disposição da comunidade do CREJA.  Esperamos que os professores e a comunidade estudantil possam usufruir do universo literário, dos grandes nomes da literatura nacional e local e que a leitura lhes ilumine com novos conhecimentos, informação, e um novo horizonte na conquista do saber. (por: José álfio)

ONG DE LUZIÂNIA DOA LIVROS A BIBLIOTECA MUNICIPAL

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

ONG DE LUZIÂNIA PROMOVE ENCONTRO DE LEITORES E ESCRITORES

 Escritora de Luziânia Larissa Braz, no espaço cultural da ONG (foto: Andreia Lima 2019)

José Álfio, Larissa Braz, Glauber Vieira e o professor de Literatura Luiz Fernando presentes no encontro de leitores e escritores da ONG. (foto: Andreia Lima)





Em mais um projeto da ONG, foi realizado neste sábado, 23 de novembro de 2019, pela manhã, um encontro de escritores e troca de livros entre os leitores. O Sebinho da ONG foi o organizador e colocou seus livros à disposição dos presentes.
Os dois escritores convidados: Larissa Maria Caixeta Braz e Glauber Vieira Ferreira compareceram, trocaram ideias e falaram sobre seus livros, projetos e próximas realizações.
Em primeiro, falou a escritora Larissa: simpática, com uma voz angelical relatou que começou a escrever livros para valer há dois anos. Mas que sempre gostou de rabiscar redações e era sempre elogiada. Antes de 2017 era apenas uma leitora assídua de romances, tema que amou e que se tornou também sua paixão. Em relatar fatos e criar personagens
Foi influenciada por escritores como Talita Rebouças Carpelli, Sílvio Day e Albi Glimes. Contou como foi difícil a publicação de seu primeiro livro. Assinou um contrato com uma Editora de Santa Catarina e por um ano, esta Editora lhe enrolou, pedindo novamente outros originais e querendo assinar outro contrato, o que foi recusado pela autora.
Partiu então para produção independente e está alegre com esta resolução. Falou também da dificuldade de público em Luziânia, da falta de apoio em divulgar suas publicações.
Quando descobriu há dois anos que queria ser uma autora de romances, parou seu curso de Direito e agora só vive para criar histórias e saber contá-las.
Seu livro Sonhos Quebrados, que ora nos foi apresentado é uma edição independente, luxuosa, com uma história super envolvente. Audaciosa e mexendo em conceitos e tabus de uma sociedade arcaica. Linguagem que prende o leitor, fazendo-o viver os dramas e tristezas dos personagens. Se não é uma crítica aos padrões vigentes é um grande passo para que tenhamos uma sociedade mais humana e solidária.
Por fim, ficou empolgada com o espaço da ONG, prometendo fazer parte de seus novos projetos. Elaborou algumas ideias para outros, apresentou e quer, a partir de agora, interagir e frequentar.
Em janeiro, pretende conciliar a vocação de escrever com o retorno à faculdade. Mas deixando o Direito e caminhar por novas trilhas. Em dúvida quanto ao curso de letras ou jornalismo, sendo este mais apreciado que aquele.
Glauber Vieira Ferreira mostrou uma edição especial de Bar do Escritor, uma Antologia Barnasiana de poemas, crônicas, contos e mais...
Glauber ilustra esta Antologia com 12 contos memoráveis. São contos bem breves lembrando uma das máximas do Soneto, em que o último verso é a pérola de todo o poema. No caso de Glauber, sua última frase é o arremate, é a pedra preciosa do conto.
Contou que nasceu em Varginha-MG, mas reside em Brasília desde pequeno. Seus poemas foram selecionados nos concursos de poesia das prefeituras de Santa Rosa e Gravatai-RS. E um outro poema no concurso Pão e Poesia de Blumenau-SC.
Está também presente em uma Antologia Poética Chamote - Argentina - 2015.
Seu primeiro livro solo - “Mosaicos” (Editora Penalux), de minicontos, foi editado e veio a público em 2015. no ano seguinte saiu Poesia Estradeira, pela Editora THESAUROS, Brasília - DF.
Gostou de conhecer a ONG, trocou ideias e pretende voltar sempre que for convidado.
O Sebinho da ONG se sente feliz, pois o evento foi um sucesso, bem organizado e com satisfação por todos os presentes.
Agradecemos a presença de todos, principalmente aos escritores Larrisa M. Braz e Glauber Vieira Ferreira.
A Quitandinha da ONG serviu pipoca e sucos aos participantes. Vamos encerrar nossas atividades em Dezembro, mas voltando no próximo 10 de janeiro.
Reafirmamos que nosso espaço estará sempre aberto aos escritores que quiserem divulgar seus livros. A ONG se preocupa e muito com a cultura.
A todos, um Feliz natal e próspero 2020.
Prof. L. Fernando D. Prados.

Cartaz do evento.