terça-feira, 25 de março de 2014

ONG DE LUZIÂNIA PROMOVE OFICINA DE GRAFITE


Está prevista para acontecer no mês de abril de 2014 a Primeira Oficina de Grafite de Luziânia, com o slogan "I Love Graffiti" sob a coordenação da Ong-Protegerlza. O slogan em inglês, se liga a inter disciplinaridade dos conteúdos e áreas do conhecimento, tais como arquitetura, sociologia, história e urbanismo e outras encampadas na atividade do grafite. As Inscrições serão realizadas via internet e os participantes, se menores, deverão apresentar a autorização dos pais ou responsáveis e acontecerão até o dia 28 de março, podendo ser prorrogadas. A Oficina, inteiramente gratuita destina-se a um encontro preliminar com duração de oito horas disponibilizadas à apresentação e ao desenvolvimento de técnicas artísticas, uso de materiais e equipamentos para elaboração da arte do grafite, além de constituir-se em atividade prática  dos conteúdos da disciplina de arte do ensino médio. A Oficina voltada ao público de baixa renda, oriundos de escolas estaduais e municipais de Luziânia, ou institutos que desenvolvam assistência a juventude enseja assim, desenvolver a criatividade, a elevação da auto estima dos participantes, propondo-se como atividade de prevenção e combate à violência urbana. As vagas serão limitadas a  um grupo de 10 participantes considerando a limitação do espaço físico da sede provisória da ONG e a disponibilidade dos materiais. Enseja-se que esta atividade tenha continuidade no sentido de formar um núcleo de pesquisa artística com atuação na cena urbana de modo a contribuir com o ensino e o desenvolvimento da cultura artística da cidade. (Por: José Álfio)

domingo, 27 de outubro de 2013

Casarão D.J. Oliveira. Descaso e abandono


Artista de renome internacional, responsável pela formação de grandes artistas do circuito nacional de pintura, dentre eles, Siron Franco, Ana Maria Pacheco, Hoosevelt de Oliveira, Grace Freitas e tantas outros. D.J chegou em Luziânia por volta de 1973, residiu em um sobrado na rua José de Melo, e logo mudou-se para a tradicional rua do Rosário. O Casarão de portais de aroeira, foi lugar de intensa produção e pesquisa artística, dali sai o projeto e a confecção do "Painel Três Bicas", obra em azulejos vitrificados, que faz referencia a paisagem histórica de Luziânia e ao urbanismo moderno. O painel considerado primeira obra de arte pública na cidade e que mesmo carecendo de restauro, com marcas de depredação, ornamenta a praça Raimundo de Araujo Melo, no centro de Luziânia. A praça recebe grande numero de visitantes, moradores da cidade, e logo tornou-se ponto de encontro e fruição da arte do renomado artista. O Atelier do D.J de Oliveira foi local de encontro de artistas, jornalistas, acadêmicos e apreciadores da arte. O pintor foi integrante da Academia de Artes e Letras do Planalto, instituição criada para salvaguarda dos registros históricos de Luziânia, tendo em vista seus pilares e acervo histórico se encontrarem ameaçados pela onda destruidora da "nova civilização" que chegaria ao Planalto Central, com a construção da moderna e arrojada capital, Brasilia. Na Academia, D. J. fundou uma galeria de arte que leva o seu nome. Um valioso acervo de suas pinturas foram exibidas nesta galeria, quadros de grande dimensões, com temas que variavam do Don Quixote a outras produções. Em pouco tempo, logo após o fatídico da morte do pintor, em 23 de setembro de 2005, os quadros foram substituídos por outros de menores dimensões, com temas de frutas e flores, da sua ultima produção, e que aos poucos foram negociados por um de seus filhos, e esvaziando assim o acervo do artista.D.J influenciou sobremaneira o ambiente cultural e artístico de Luziãnia, abrindo a possibilidade de um valioso capo de pesquisa que vincula arte e cidade, urbanismo tradicional e moderno com implicações na arte contemporânea. O casarão foi tema de intensa movimentação politica no sentido de buscar soluções para sua restauração e revitalização, com a possibilidade de transformá-lo em um museu de arte, com oficinas e projetos voltados a juventude de Luziânia, que por sinal muito sofre com os altos índices de violência urbana. A negociação da aquisição do casarão pelo município de Luziânia se tornou  mera especulação e estratégias de campanha, pois enquanto uma solução pratica e objetiva aconteça nos bastidores das instituições responsáveis pelo preservação do patrimônio histórico e artístico nacional, o casarão vai degradando-se aos poucos, como na foto, sem as partes da parede frontal, expondo moveis e objetos do pintor e que, em pouco tempo vai se tornar num amontoado de madeiras e adobes. Assim a memória daqueles que construíram a nossa história hoje se tornam peças descartáveis, nas imagens do descaso e do abandono. (por:José Álfio)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

IGREJA DO ROSÁRIO - LUZIÂNIA GO.

         


                             Foto: Película Dec. 80 Créditos: Marco Antônio do Nascimento
                             Acervo: Ong-Proteger lza


     Iniciou-se sua construção no ano de 1753, por quatrocentos homens de cor, livres e escravos, sob a chefia do padre Doutor Antônio Jerônimo de Carvalho e o arquiteto Ignácio da Costa Xavier. É dedicada a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, que são festejados anualmente depois das solenidades e festejos do Divino Espírito Santo.
               Em 1720 vieram da Bahia as imagens de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito em ombros de escravos. (século XVIII). A inauguração oficial da Igreja do Rosário se deu em 21 de outubro de 1763, iniciando-se desde então as solenidades festivas em honra à Nossa Senhora e são Benedito, padroeira dos negros.
               Em 1772, a Igreja do Rosário foi considerada poluída pelo visitante, Dr. Antônio Pereira da Costa, residente em Pilar de Goiás. Dentro do templo encontram-se duas sepulturas dignas de atenção. A primeira próxima ao altar mor, que contem a seguinte inscrição: “28 de abril de 1875, aqui jaz D.C.C.P.B”, dona Cândida Coutinho Pereira Braga, esposa de Delfino Pereira Braga, tesoureiro da Igreja do Rosário. Até 1888, sepultavam-se os cadáveres nas igrejas, conforme provam campos numerados (piso da Igreja do Rosário), à vista de todos. Na sepultura de nº 09 repousa José Pereira de Souza, única pessoas executada por enforcamento em Santa Luzia (hoje Luziânia), no dia 30 de outubro de 1861.
              O templo já sofreu diversas reformas, destacando-se pela importância, a feita por Frei Gabriel Maria de Menezes, que modificou as suas torres e sacristia, tendo transferidos para a Matriz dois artísticos altares. Deve-se também ao ilustre dominicano a reforma completa do asilo são Vicente de Paula.
             A última reforma foi no período de julho a novembro de 1999 (Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN), com reabertura em dezembro de 1999.
             A Igreja do Rosário considerada o cartão postal de Luziânia foi tombada pela lei nº 8.915 (Estadual), de 13 de outubro de 1980. (Por: José Álfio. Fonte de pesquisa: Arquivos de Gelmires Reis).

Sobre a ultima reforma e intervenção empreendida nesta Igreja confira aqui nas publicações da Ong-proteger lza. Em: Cruz de Descobridor qual o seu destino?  E reforma sobre reforma? O dilema da velha Igreja.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

GRUPO DE TEATRO VÉU DA LUA



Grupo de teatro: véu da lua
A ideia de formar um grupo de teatro começou com o desejo de alguns professores de uma escola pública de Luziânia. No meio do ano de 2012, os professores de filosofia e artes do Colégio Estadual Maria Abadia Salomão propôs aos seus alunos um projeto de teatro para o ensino médio. Os alunos apaixonaram-se pelo teatro e pelo projeto, se esforçando ao máximo apesar do pouco tempo que tinham para a apresentação. Juntamente com esses professores foi realizada uma peça teatral para o grupo escolar. No entanto, esse projeto não poderia acabar ali. O professor de artes, Jose Álfio e os professores Cleverson e Thiago, decidiram expandir o projeto. O professor de artes anunciou o projeto nas outras escolas na qual ele também dava aula. Havia muitos talentos escondidos nessas escolas.
A partir desses talentos, foi feito o grupo de teatro. Mas havia uma questão pendente. Como juntar todos os esses talentos? A partir desse momento, José Álfio, presidente de honra da Ong Proteger, levou esse grupo para essa ong sem fins lucrativos.
No inicio, foram feitas muitas inscrições, porém muitos dos candidatos escritos não compareceram. Foi difícil manter o grupo, pois muitos faltavam às reuniões, e ficava difícil trabalhar com poucas pessoas. Foram feitas muitas reuniões. O que acabou atrasando um pouco o andamento do grupo, nessa época, chamado de grupo teatral Mandruvá.
No inicio do ano de 2013, foi realizada a primeira peça do grupo teatral. Essa peça foi realizada por duas alunas, na Ong Proteger. Com a finalidade de divulgar o trabalho do grupo. Após essa apresentação teatral, o grupo começou a ficar forte, ainda estava com poucas pessoas. Mas essas pessoas estavam fazendo um bom trabalho. Em uma reunião, foi pedido que mudasse o nome do teatro, pois seus componentes não estavam aprovando o nome. A partir dessa reunião o grupo de teatro Mandruvá, passou a se chamar Véu da Lua.
Hoje em dia, o grupo continua pequeno, porem forte. E esse grupo irá fazer uma apresentação de esquetes no dia 1 de junho de 2013. Será mais uma apresentação para divulgar e popularizar o grupo de teatro. Em Luziânia, são poucos os grupos de teatro. É uma forma de trazer uma cultura a mais para a cidade. É uma oportunidade para se descobrir verdadeiros artistas, com talentos variados.
Informações sobre o grupo
Integrantes:
·         José alfio
·         Cleverson Camello
·         Thiago
·         Lucas Aguiar
·         Cindy Lisiani
·         Nathállia Alamino
.     Jéssica Braz
·         Tamires Fernandes
·         Diego Sardinha
·         Emerson
(Por: Nathállia Alamino)

domingo, 14 de abril de 2013

reconhcer in concert

Andre Sardinha da Banda Antimácula recebe a comenda Antonio Pimentel, no programa "Reconhecer In Concert" da Ong- Proteger lza.

reconhecer in concert

Banda Malagole apresentando no espaço cultural da Ong-protegerlza, programa Reconhecer in concert.

reconhecer in concert

A poeta Gerlane apresentado no espaço cultural da Ong. Proteger, programa Reconhecer in concert.