quarta-feira, 14 de novembro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

PAREDE DO CASARÃO D. J. OLIVEIRA DESABANDO.




Situado no bairro do rosário, em Luziânia Goiás, o velho casarão que pertenceu ao renomado pintor e muralista D. J de Oliveira, perde parte de suas paredes, deixando exposto alguns objetos do período em que o artista ali residiu, colocando em risco o acervo patrimonial do artista. Objetos que possivelmente ali guardados e que a merce de vândalos ao adentrarem ali, poderão dilapidá-los, danificá-los ou subtraí-los. A intensificação das chuvas na região pode ter acelerado o processo de desabamento de parte da parede frontal do casarão. Pelas imagens, aqui abaixo registradas, mostra o que sobrou de uma caixa de energia e parte dos escombros na calçada do casarão. Enquanto isso, as obras de reforma na praça Raimundo de Araujo Melo, onde está situado o Painel Três Bicas, grande obra em azulejos de autoria do D.J de Oliveira, encontra-se em andamento, em estagio avançado de conclusão, com breves enter-meios de paralisação  em função do período das chuvas aqui na região. O fato que merece destaque é o descaso com o legado cultural de nosso artista. Reforma-se a praça, sem ao menos restaurar a grandiosa obra de arte ali edificada, pois ha tempos o painel espera por uma restauração, além do que, com os serviços de remodelação da praça, parte do painel foi estragado. A este implemento, soma-se o abandono de sua morada, sua residência e seu atelier, local onde foi produzido o painel Três Bicas e tantas outras peças de arte, assinadas pelo pintor, e onde o artista viveu até o fim dos seus dias. A melhor homenagem, que refletiria o reconhecimento à obra do D.J de Oliveira em Luziânia, seria a restauração de suas obras artísticas espalhadas em diversos pontos da cidade, incluindo principalmente o Painel Três Bicas e a restauração de seu casarão no Bairro do Rosário, que transformado em um museu, mudaria completamente a fisionomia urbana e cultural da cidade, tornando-a um exemplo de urbanismo moderno que valoriza a arte e a cultura, nestas paragens do interior do estado de Goiás. (por:José Álfio)  

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

MARCHA CONTRA A VIOLÊNCIA EM LUZIÂNIA



Manhã de quinta-feira. O sol iluminava os telhados da velha igreja do rosário prenunciando uma tarde sem chuva, tempo ideal para uma caminhada, mantendo assim nossa forma atlética em constante atividade, e também por uma causa justa, necessária e urgente, a caminhada em favor da paz, contra os indices crescentes de violencia que atingem principalemtne a jventude de Luziãnia. Os números, estampados na rede social, apontavam para um movimento singular e expressivo, de participação da juventude, que somavam a casa dos 600 participantes, ou seja, aqueles que declararam sua presença na caminhada. Além de outras entidades, representativas de diversas classes sociais. O ponto de concentração, decidio pela organização do evento orientava-se nas proximidades do forum de Luziânia, no estacionamento da OAB, ás 9:00 H da manhã. Entretanto, um grupo de participantes ligados a IFG (Instituto Federal de Educação) e membros da ONg-protegerlza, aguardavam a caminhada, na Igreja do Rosário, na expectaviva de que a caminhada seguisse até a prefeitura Municipal de Luziânia. Assim o grupo que se encontrava no estacionamento da OAB se dirigiu à praça do rosário e se juntou aos outros participantes. A Caminhada, então, não aconteceu. Aconteceu o melhor! A PM de Luziânia compareceu ao evento. A impressa local, TV Rio Vermelho compareceu, sem gravar imagens!. Os organizadores da caminhada e, grupos de jovens ligados a Ong-proteger lza, integrantes do programa "mulheres mil" e professores da IFG, estiveram presentes portando uma infinidades de faixas multicoloridas que pedindo paz, foram espalhadas e fixadas no solo que circunda a velha Igreja do Rosário. A praça do rosário se tornou o lugar da manifestação contra a violência em Luziânia. Ao retornar, com um grupo de alunos, integrantes da Ong-protegerlza deparamos com uma imagem que resume bem a situação da opnião pública e da mobilização social, aqui na cidade. Um grupo de servidores, instalavam uma faixa comercial, anunciando a promoção de mercadorias através de vários preços, no constante jogo de mercado. Assim, surgiu o comentário, "enquanto pessoas colocam faixas anunciando preços de objetos, nós (um grupo muito pequeno) colocamos faixas no chão do Rosário, pedindo paz pra nossa cidade". Talvez a busca desenfreiada pelo lucro e a correria pela grana seja mais importante do que a nossa segurança. (Por: José Álfio)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

MANIFESTAÇÃO PELA PAZ EM LUZIÂNIA


Ong-protegerlza participa de manifestação popular contra a violênica na cidade. Movimento de iniciativa de um grupo de Jovens, vinculado nas redes sociais, contra o crescente indice de violência que assola a cidade, especialmente com grande número de vítimas pertencerem a faixa etária entre os 15 aos vinte anos. A  concentração esta prevista para acontecer em frente a Igreja Rosário, no dia 11 de Outubro (quinta-feira) as 9:30 da manhã, tendo em vista, a preocupação com os idosos que aderirem a manifestação e percorrer o percurso divulgado, que seria em frente ao forum de Luziânia com destino a Prefeitura Municipal. Assim a Ong, convocará alguns membros e simpatizantes da nossa entidade, com a possibilidade de confecção de faixa com os seguintes dizeres. Ong-proteger apoia o moveimento contra a violência em Luziânia, queremos Paz. Levem água e roupas leves. Paz e saúde a todos.

domingo, 23 de setembro de 2012

FOTO INVERTIDA DIFICULTA IDENTIFICAÇÃO



FOTO INVERTIDA DIFICULTA IDENTIFICAÇÃO



 Foto invertida da rua Dr. João Teixeira, em Luziânia Goiás foi divulgada na rede social da internet, no facebook, no dia 22 de setembro de 2012, às 10:41, numa página de relacionamentos denominada “enquanto isso em Luziânia”. A página de amplo acesso, com mais de 702 perfis curtindo suas publicações, até o momento, tornou-se referencia na divulgação de fatos relacionados ao cotidiano da cidade, além das fotos históricas, prestando assim, um grande serviço na divulgação dos registros históricos de Luziânia. Percebendo o estranhamento da imagem, (dificuldade no reconhecimento da paisagem. Que rua é essa? De que ponto posicionou o fotografo?), e utilizando dos recursos das novas tecnologias da digitalização coloquei a foto no sentido exato para não confundir o espectador. E assim colaborar na veracidade dos registros, pois sabia do defeito da foto, ou erro de revelação, desde o tempo em que trabalhei na Casa da Cultura e tive contato com esta imagem. O curioso é que estudantes e internautas estarão, com certeza, visitando a Casa da Cultura para conhecer a foto original, invertida (ou digitalizada, cópia da original), pertencente ao acervo da Casa da Cultura do nosso município. Esta foto sim, não tem jeito de inverter, pois já se encontra revelada, e talvez fosse esta, à intenção do fotografo, inverter a paisagem para provocar o estranhamento no observador. Um estranhamento que ocorre quando o cidadão muda de Luziânia, passa algum tempo fora da cidade e encontra a cidade toda desfigurada, transformada pela inclusão de novos edifícios e novas construções, chegando a afirmar pra si mesmo, “onde está minha cidade?”, o que fizeram com ela? O site, então, despropositada mente e com boa intenção, divulgou a foto invertida, pois ela se encontra na Casa da Cultura, como foi dito e, foi revelada ao inverso. Esta rua, no meu ponto de vista, e de onde posicionou “o fotógrafo artista”, é a rua Dr.João Teixeira no sentido Centro Comunitário ao Bairro do Rosário. O fusca, que aparece a esquerda, está saindo da rua do Colégio Nova Vida, posicionado exatamente, onde existe hoje um balão, próximo a uma parada de ônibus d rua João Teixeira. O amplo galpão de telhas térreas, apoiado por esteios de madeira visto no alto da foto, era o local de instalação de um curtume, que mais tarde deu lugar a uma marcenaria, e onde hoje se encontra a Academia Training Center. Ao observarmos a foto invertida, não é possível fazer esta leitura da paisagem. Outros moradores da tradicional Luziânia poderiam colaborar na construção de nosso acervo fotográfico e documental, que hora esta sendo construído, para que não percamos as nossas referencias históricas. (por: José Álfio).

sábado, 22 de setembro de 2012

O TAMBORIL



     

                                                                             O TAMBORIL

Na tarde chuvosa de 1903, achava-se o próspero fazendeiro Deodato da Costa Meireles em sua casa, quando ali chegou seu vizinho e amigo Antônio de Araujo Roriz, para um bate-papo gostoso, dizendo-lhe o primeiro, logo de entrada, o seguinte:
- “Tenho, no quintal, pequena muda de Tamboril, que você poderia plantar, agora, na praça, aqui em frente, atrás da Matriz, aproveitando a terra molhada, pois é uma planta que cresce muito e, mais tarde, vai dar sombra acolhedora para muita gente”.
O visitante aceitou, de alma e coração, a generosa oferta e, assim que a chuva amainou um pouco, cumpriu os proféticos desejos do ofertante, prodigalizando à mudinha transplantada desvelados carinhos, que consistiam em adubação adequada e cerca, para defendê-la das dentadas destruidoras doa animais inconscientes.
Com o decorrer dos anos, a planta foi crescendo, engrossando o tronco, dividindo-se em galhos e ramarias, formando uma copa estupenda, de modo que é, hoje, um colossal monumento vegetal, com a circunferência de oito metros, na parte mais grossa, e ramagem que cobre uma área de terreno de vinte metros, de qualquer lado.
É o lugar dos idílios dos namorados, nas horas quentes do dia, enquanto o passaredo, na frescura superior das folhas, canta o hino convidativo do amor. Uma “saborosa” se encarapitara, nos primeiros galhos, somente para ouvir e não contar os segredos de Cupido artimanhoso de casos sentimentais.
De conformidade com o método do engenheiro Álvaro O. da Silveira, de Minas Gerais, iconoclasta revolucionário, que pretende provar que a árvore diminui as águas, no seu importante livro FONTES, CHUVAS E FLORESTAS, o nosso tamboril arranca do solo e atira na atmosfera, a média de cem litros d”água, em estado de vapor, diariamente.
Este espécimem maravilhoso da flora brasileira provoca a admiração de todas as pessoas que nos visitam, louvando o procedimento do povo, na defesa de sua conservação.
Por iniciativa e criação do presidente da associação Comercial e Industrial de Luziânia e com o apoio da Prefeitura, de 25 de dezembro de 1972 até 6 de janeiro de 1973, a Prefeitura Municipal e o Corpo de Bombeiros de Brasília estrelaram sua opulenta copa de centenares de lâmpadas elétricas multicores, transformando o colosso na MAIOR ÁRVORE DE NATAL NATURAL DE TODO OMUNDO, EM QUALQUER ÉPOCA DOS TEMPOS.
MENINO JESUS, sorridente e agradecido, deve ter  recebido, lá dos céus, esta homenagem de seus devotos, com especial carinho, mandando, em recompensa, as bênçãos de felicidade para velha e tradicional santa Luzia, hoje Luziânia. ( Do Livro: 100 Contos. Gelmires Reis, pag. 83-84), transcrito por: José Álfio.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

HISTORIADORES PLAGIANDO GELMIRES REIS



HISTORIADORES PLAGIANDO GELMIRES REIS.



JÕAO PAULO DOS REIS FILHO DO ESCRITOR E HISTORIADOR SOLICITA PROVIDÊNCIAS.
APELO
Estamos fazendo um pedido à Associação dos Escritores e dos Direitos autorais,
pois estão plagiando e copiando os artigos escritos pelo nosso saudoso pai Gelmires
Reis, o qual escreveu em seus mais de 112 anos de jornalismo, sendo reconhecido por
toda parte os seus escritos históricos, culturais e também de turismo.
Ele obteve mais de 15.000 artigos escritos, mais de 30 livros publicados, mais
de 30 diplomas recebidos, no qual ele era o único vivo em 1983 ao assinar a ata da
Pedra Fundamental da mudança da capital para o Planalto Central, contando com a
presença do Governador do Distrito Federal, na época, o Sr. Ornelas.
Quero citar também que o nosso saudoso pai foi um dos fundadores da
Academia de Letras e Artes do Planalto de Luziânia – Goiás. Queremos explicar em
todos os fatos de rádios e televisões, que o iluminador, as câmeras são citadas em
qualquer produção, focalizados ou escritos.
Ressalto que o jornal de cultura da Academia Goiana de Letras publica,
periodicamente, o artigo e a marca de Gelmires Reis, respeitando o autor que é o mais
sagrado.
Estão fazendo cortesia com chapéu alheio e estão copiando as escritas de mais
de 100 anos, sendo que já tentaram por diversas vezes copiar. Nós estamos apelando
sempre e gostaria que pelo menos citassem os artigos transcritos de Gelmires Reis,
pois as pessoas nos cercam nas ruas perguntando o por quê de estarem copiando
artigos de nosso saudoso pai. Ainda bem que o povo enxerga os erros cometidos por
essas pessoas. Brasília, 19/09/2012
Atenciosamente. Filhos de Gelmires Reis