domingo, 16 de janeiro de 2022

Ong-Proteger Luziânia resgata valioso acervo fotográfico

 

Ong-proteger Lza resgata valioso acervo fotográfico. 


Foto: Andrea Biankch/2022

O acervo pertencente ao jornalista e publicitário Walteir Taveira de Matos, nascido em 22 de Junho de 1949, natural de Aurilândia Go, filho de Benedito Taveira de Matos e Ilda Francisca de Matos, funcionário aposentado do IBGE chegou em Luziânia em 11 de outubro de 1977 e registrou parte dos momentos históricos da cidade, no campo político, comercial, social, religioso, esportivo e cultural da cidade quando fundou e dirigiu o jornal “a vóz da comunidade” em seguida o jornal “Correio Luzianiensse”, vendido para doutora Eliene Braz, no ano de 2001, em seguida fundou e dirigiu a “Revista atual”, vendida em 2013 para o Beto da Mercantil.

O acervo foi adquirido pelo professor e artista plástico José Álfio que fará a doação de todas as fotografias para a Ong-proteger Lza, entidade sem fins lucrativos, com sede em Luziânia, situada na Rua Coronel Antonio Carneiro 279, centro, que cuidara da proteção destes documentos, composto de aproximadamente 5 mil fotografias de vários fotógrafos de Luziânia, atuantes no período de 1977 a 2013 dentre eles, Roberto Moraes, Oswaldo Pedroso, Dinarte, Lana Regis, Edilson Coelho, Walter Guimarães além de fotos da própria autoria que também contou com a colaboração da Assessoria de Imprensa do GDF.

 A intenção é de proteger e divulgar as fotos com a marca da Ong para que não sejam adulteradas ou utilizadas por finalidades oportunistas, eleitoreiras, ou por aqueles que tem o habito de divulgar fotos, publicações e documentos sem os devidos créditos autorais, pois todas terão a indicação da origem, ou seja dos legítimos autores e detentores do acervo

Várias tentativas de preservação foram buscadas, pelo jornalista entretanto não encontraram-se verdadeiros aportes de proteção do acervo, como nos comentou o sr. Walteir “poucas pessoas deram o devido valor nisso, e o acervo corre risco de deteriorar, desaparecer...você pode possibilitar um destino seguro pra este acervo?, pois perdi mais de sessenta por cento das fotos”.

 Importante ressaltar que a maioria das fotos não indica a autoria, ou seja o nome do fotografo, entretanto mencionaremos o nome do colecionador ou detentor do acervo.

 Muitas fotos vieram coladas, ou seja, a forma de acondicionamento e tempo de justaposição possibilitou que a liga de borracha que abraçava pacotes de fotos derretesse e colasse as fotos. Intempéries, humidade, agua, líquidos, calor, somados a outros fatores favoreceram a danificação de algumas fotos, o que não perde completamente a imagem considerando que atualmente dispomos de tecnologia de restauração e edição na restauração desses documentos.

 Esperamos que este acervo tenha a participação de historiadores e da comunidade na divulgação valorização da nossa história com a perpetuação da memória coletiva do povo de Luziânia. A ong-proteger Luziânia Cumpre assim o nobre objetivo em salvaguardar o patrimônio histórico e artístico da Cidade. (Por: José Álfio. 15 de Janeiro de 2022)